Sempre um caminho

A menina alface corria… a brisa daquela noite batia delicadamente contra seu corpo. Ao seu lado outra pessoa corria: um menino, que tinha tirado a menina de sua forma alface. Pararam exaustos diante uma porta de madeira com lindos detalhes dourados. O menino olhou ao redor para ver se não tinham sido vistos, sorriu para ela e abriu a porta chamando-a para entrar com ele. Os olhos da menina alface brilharam ao ver o que aquela porta escondia, um jardim se estendia até onde seus olhos não pudiam mais ver, flores, árvores, arbustos, a grama molhada sob seus pés. O menino estava alguns passos a sua frente, sempre chamando-a para seguir com ele. 

by Fernanda Kan

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