31 de outubro

O Saci é uma lendária figura folclórica aqui do Brasil, protetor das matas, adora um pito e fazer travessuras :)

O Saci é uma lendária
figura folclórica aqui do Brasil, protetor das matas, adora um pito e fazer travessuras :)

Hoje é dia do Saci e também dia das Bruxas.

Você pode ler mais sobre o Saci aqui !

O Saci é um protetor das Matas e adora fazer travessuras.Enquanto que no Halloween a tradição diz que se não tiver doce , prepare-se para as travessuras!

Daily Prompt sugeriu então o que você daria para os outros blogs nesse dia do Saci e do Halloween?

Acredito que estamos entrando numa fase de profunda transformação no mundo, então eu desejo a todos os blogueiros que recebam muitas visitas, que suas palavras inspirem milhares de pessoas nesse mundo grandão e que possamos ser mais felizes!!

happy halloween =)

happy halloween =)

 

Feliz dia do Saci

Quem é o Saci?

Você sabia que existe um dia, no Brasil, dedicado à comemoração do Saci? E o Saci você sabe quem é? Onde ele surgiu? Já ouviu alguma vez a história desse personagem fantástico?

Saci Pererê

Saci Pererê

Saci é um personagem brasileiro mitológico1 que habita o imaginário popular brasileiro principalmente no interior do país onde ainda se mantém o hábito dos mais velhos, de contarem histórias aos mais jovens nas tranqüilas e claras noites de lua.

Representado atualmente pela figura de um menino negro de uma só perna que possui um gorro vermelho na cabeça e traz sempre um cachimbo na boca. De Norte a Sul do Brasil, além do nome, são várias também as definições e representações atuais que se tem dele. No nordeste, de uma forma geral ele segue a representação antes descrita que é a mais conhecida atualmente e a mais popular.

No Sul e Sudeste há algumas variações. No Rio Grande do Sul, por exemplo, ele é retratado como um menino negro perneta de gorro vermelho que se diverte atormentando a vida dos caminhoneiros e aventureiros que gostam de viajar. Deixando-os areados ele os faz perder o destino. Ranços culturais europeus podem ter influenciado o Saci em Minas Gerais onde ganhou acessórios como: “um bastão, laço ou cinto, que usa como a “vara de condão” das fadas européias” (site: http://www.terrabrasileira.net/folclore/regioes/3contos/saci.html). Já em São Paulo, apesar de manter essas mesmas características básicas ele possui um boné em lugar do gorro.

De onde vem o (s) Saci (s)?

Segundo a crença popular os Sacis vivem setenta e sete anos e se originam do bambu. Após sete anos de “gestação” dentro do gomo do bambu ele sai para uma longa vida de travessuras e quando morre se metamorfoseia em cogumelosvenenosos ou em “orelhas de pau”. Quem é do interior ou já foi ao campo a passeio deve ter visto alguma vez, uma espécie de cogumelo que se forma nos troncos das árvores e que se parece com uma orelha. É isso que os matutos chamam de “orelha de pau”.

As principais características

Apesar das inúmeras definições dessa famosa entidade folclórica algumas características são mais presentes e recorrentes nas descrições do Saci. Sabe-se que em geral:

– é um ser que vive nas matas;
– é extremamente misterioso;
– é negro, pequeno e possui apenas uma perna;
– usa um capuz vermelho e um cachimbo;
– não possui pêlos no corpo;
– não possui órgãos para urinar ou defecar;
– só tem três dedos em cada mão;
– possui as mãos perfuradas;
– adora assoviar e ficar invisível;
– vive com os joelhos machucados, resultado das travessuras;
– tem o domínio dos insetos que atormentam o homem: mosquitos, pernilongos, pulgas, etc.;
– fuma em um pito e solta fumaça pelos olhos;
– adora fazer travessuras;
– pode, em momentos de bom humor ajudar a encontrar coisas perdidas;
– gira em torno de si feito um pião e provoca redemoinhos;
– pode ser malvado e perigoso;
– adora encantar as criancinhas faze-las perder-se na mata;

Saci: malvado ou apenas peralta?

Entre todas essas características uma é unânime: sua personalidade travessa. Algumas pessoas acreditam que ele é mau outros dizem que ele é apenas um garoto traquino que adora fazer pequenas travessuras, mas sem o intuito de fazer o mal, apenas de se divertir. Seja como for diz a lenda que ele é muito peralta. Adora assustar os animais, prendê-los, criar situações embaraçosas para as pessoas, esconder objetos, derrubar e quebrar as coisas, entre outras danações.

Diz a lenda que ele não é apenas um brincalhão ou um espírito mau. Tratar-se-ia de um exímio conhecedor das propriedades medicinais das ervas e raízes da floresta. Se alguém precisa entrar na mata e pegar algo, portanto, tem que pedir autorização do Saci, pois entrando sem permissão cairá inevitavelmente em suas armadilhas.

Como escapar do Saci?

Algumas pessoas afirmam que o único meio de driblar o negrinho é espalhando cordas ou barbantes amarrados pelo caminho. Assim ele se ocuparia em desatar os nós, dando tempo da pessoa fugir de sua perseguição. O Saci também tem medo de córregos e riachos, por isso, atravessar um pode ser uma alternativa, pois o Saci não consegue fazer a travessia.

Mas o único meio de controlar um Saci, segundo o mito, é tirando-lhe o gorro e prendendo-o em uma garrafa. Para isso é necessário jogar uma peneira ou um rosário bento em um redemoinho. Só dessa forma se pega um Saci. Uma vez preso e sem o gorro que lhe dá poderes ele fará tudo que for mandado.
As origens

Diante de todas essas informações fica a pergunta: onde teria nascido a lenda do Saci? Os estudos sobre o folclore brasileiro apontam a origem indígena quando falam da lenda do Saci. Esse mito teria surgido na região Sul do Brasil durante o período colonial, por vota do final do século XVIII, por ocasião das Missões.

A alcunha pela qual o Saci é mais popularmente conhecido é Saci-Pererê, mas seu nome originalmente era Yaci-Yaterê de origem Tupi Guarani. De acordo com a região do Brasil ele pode, porém, ser conhecido por uma variedade de apelidos.

O dicionário Aurélio traz as seguintes variações de nomes do Saci: “Saci-cererê, Saci-pererê, Matimpererê, Martim-pererê”(AURÉLIO, 2005). Além dessas denominações Martos e Aguiar (2001, p. 75) apontam ainda: “saci-saçura, saci-sarerê, saci-siriri, saci-tapererê ou saci-trique”. Por ser considerado por alguns um perito na arte da transformação em aves, o negrinho travesso recebe ainda nomes de passarinhos nos quais se transforma, como por exemplo: matitaperê, matintapereira, sem-fim, entre outros (ibidem, p. 75). Na região às margens do Rio São Francisco ele é conhecido pela alcunha de Romão ou Romãozinho.

A metamorfose do Saci

Quando surgiu, o saci foi representado por um curumim2 endiabrado, de uma perna só e de rabo. Suas traquinagens tinham como objetivo atrapalhar a entrada dos intrusos na mata, ou seja, no território indígena. Era provavelmente uma forma encontrada pelos nativos de resguardar seu território da invasão dos indesejados homens brancos.

A figura original do Saci – garoto índio – sofreu alterações por ocasião da inserção, na cultura brasileira, de elementos africanos e europeus, trazidos para cá pelos negros escravos importados da África e pelos colonizadores.

Ao chegarem a terras brasileiras trazendo seus próprios mitos e difundindo-os entre os que aqui habitavam, africanos e europeus provocaram uma mescla de características das três culturas, assim, a lenda do saci ganhou elementos novos.

O Saci se transformou em um garoto negro de características físicas africanas. Alguns acreditam que a ausência da perna se deveu a uma perda sofrida em uma disputa de capoeira, luta praticada pelos negros africanos. Também ganhou um cachimbo, típico dos costumes africanos. Da cultura européia ganhou um elegante barrete vermelho que reza a lenda, é a fonte de seus poderes mágicos.
Conclusão

Apesar de todo o encanto dessa lenda e desse personagem. Mesmo com a resistência em alguns lugares da cultura de contar histórias, o que se percebe hoje é a desvalorização da cultura oral e o enfraquecimento desses costumes a cada dia.

Alguns fatores, Imagemporém têm contribuído para que o Saci não se apague da memória de nosso povo e facilitado o acesso de mais pessoas a essa lenda que integra o patrimônio literário e cultural brasileiro.

Graças à criatividade de escritores brasileiros como: Maurício de Souza, Monteiro Lobato e Ziraldo, esse personagem viajou do campo para as grandes metrópoles e até mesmo para o exterior através de suas obras.

Monteiro Lobato, escritor conhecido do público infantil, foi o primeiro a lembrar o Saci. Nas décadas de 1970 e 1980 o personagem apareceu nas histórias do Sítio do Pica-Pau Amarelo e o personagem ficou conhecido em todo o País. Este é, talvez, o escritor que mais difundiu esse personagem, primeiro através da obra escrita e depois através da obra televisionada, que hoje tem alcance internacional, levando nosso personagem ao conhecimento do mundo.

Maurício de Souza, criador da turma da Mônica, também incluiu o Saci nas suas histórias em quadrinho, principalmente nas do personagem Chico Bento, que é um matuto da roça. Outro que imortalizou o Saci em sua obra foi Ziraldo com a criação da turma do Pererê, que também alcançou as telas da televisão.

Além do impulso dado pela literatura, outro fato importante foi a criação, em 2005, pelo governo brasileiro, do dia nacional do Saci, que deve ser comemorado dia 31 de outubro. Essa idéia surgiu com o intuito de minimizar a importância que se dá à comemoração do dia das bruxas3, reduzindo assim, a influência de culturas importadas e favorecendo a valorização da cultura e do folclore nacionais.

Fonte: Info Escola

daily prompt

Imagem

Hue of You

As minhas cores

daily post

As nuvens são belas, possuem sua beleza, seu mistério.É preciso compreende-las, vivencia-las, e assim os dias nebulosos com tempestades assustadoras se transformam, se tornam amigáveis, quando aceitamos as tonalidades de suas cores :)

nuvem3

A nebulosidade em contraste com a luminosidade
Acredito que tenha muito a ver com o meu momento…

nuvem1 Eu sinto como se todas essas tonalidades e densidades, brotando,ansiando em ir pra fora. Tudo isso, está tão dentro de mim… mas eu insisto em encobrir em nuvens que vão e vem

nuvem2

Daily Prompt: Shiro

daily prompt honor/

shiro
Uma fina garoa caía sobre a cidade, o frio fazendo com que as pessoas vestissem pesadas roupas monocromáticas, cinzentas, em tons frios como o tempo as inspiravam.Aliás, tudo parecia sem cor naquele dia,somente sobre um olhar mais atento era possível encontrar algumas pessoas vestindo peças mais coloridas, como o vermelho,laranja e tals. Estas, pareciam pontinhos coloridos, tentando alegrar e não se perder na cinzenta cidade.

Mas vamos nos ater a uma pacata rua, que de tão silenciosa, parecia até muito estranha no meio daquela barulhenta e imensa cidade.

Uma garota saiu apressadamente de uma casa daquela rua. Seus passos eram silenciosos.Na realidade, o silêncio daquela rua ao contrário de acalmar, inquietava.

A garota demonstrava não se importar com a garoa que a medida que ela caminhava lhe molhava os cabelos, a roupa grudando em seu corpo, que começava a tremer de frio.

No meio do caminho, ela observou a algazarra de uma multidão que se amontoava para observar a cena de um acidente de um carro, em segundos o som da sirene de uma ambulância apertou o peito da garota, provocando-lhe uma pesada sensação, ela viu os esforços dos para-médicos para reanimar a vítima do acidente.

Parou numa movimentada avenida, algo lhe prendeu atenção.

Do outro lado da avenida, encolhido num canto, estava um simpático cãozinho. A fina garoa molhava o corpo franzino que tremia de frio, formando um melancólico cenário.

A garota ficou horas ali observando o cachorrinho.

E o cachorrinho estranhamente permanecia ali,encolhido, parecendo estar a espera de algo.

Os dias se passaram.

E a garota todos os dias passava por ali e ficava horas e horas observando o cachorrinho. Parecia que tinham estabelecido um estranho elo.

Mas chegou um dia em que a garota percebeu a ausência do brilho nos olhos do cachorrinho que era o que lhe prendia a atenção. A respiração começando a ficar entrecortada.

As lágrimas começaram a escorrer do rosto da garota.

O cachorrinho estava morrendo.

Ela observou as pessoas que passavam apressadas na frente do cachorrinho sem ao menos perceber sua presença.

A garota começou a refletir e questionar.

Qual seria a história de vida daquele simpático cãozinho?

O que será ou quem ele estaria esperando?

O valor de um animalzinho e um ser humano seriam assim tão diferentes?

Ficou ali imaginando na solidão daquele animalzinho, nos olhos tristes e esperançosos.

E percebeu que a solidão daquele homem que morreu naquele acidente cercado pela multidão não era muito diferente e concluiu que diante da morte somos todos iguais…

*in memorian Shiro.

Weekly Writing Challenge: DNA Analysis

Estou bem perdida aqui no wordpress, mas me deparei com um desafio que se chama Weekly Writing Challenge: DNA Analysis e sim vou postar em inglês pelo google tradutor … =b e achei bastante interessante e adorei o tema olhar-se através do espelho… e me lembrei desse poema que tinha escrito já faz um tempo:

 Quem é você?
por Annie dos Ventos inspirado num poema de um livro de Og Mandino
Ei,psiu!
Sim!Você mesma(o) !
Respire fundo.
Pare o que está fazendo.
Vá até um espelho.
E me conte, O que vê?

Vamos não se acanhe,
Pegue esse chocolate quente
Temos este post inteiro.


Sem pressa.
Tecle para mim.

Será que podes me responder.
Quem é Você?

Não,não quero saber se és rico
Se está desempregado,ou
Andou brigando com alguém.

Apenas me conte,
O que vê.
O que viu.

O que o rosto no espelho
Te Falou.

=======
Aquele rosto que me olha não é meu rosto.
Quem me olha são olhos antigos,
olhos sábios, olhos tristes, vívidos , alegres e intensos
Eu me perco e me pergunto onde estou
Para onde vou?
E a resposta sempre esteve ali naquele reflexo.
Antepassados.
História.
Família
DNA
A história de uma cultura, de uma evolução.
De Luta , de sofrimentos e de vitória.
Isso não dá pra contar em apenas um post.
Estou escrevendo aqui por que este tema me envolve.
E também gostaria saber de você, querido leitor.
O que o rosto no espelho te fala?
(continua)…
————————

I’m pretty lost here in wordpress, but I came across a challenge that is called Weekly Writing Challenge: DNA Analysis and yes I will post in english by google translator … = be thought quite interesting and I loved the theme look through the mirror … and me remembered this poem I had written a while ago:

Who are you?
by Annie Winds inspired by a poem from a book by Og Mandino

Hey, shh!
Yes you same (o)!
Take a deep breath.
Stop what you’re doing.
Go to a mirror.
And tell me, What do you see?

Let’s not be shy,
Take that hot chocolate
We have this whole post.

No rush.
Hit me.

Will can answer me.
Who are you?

No, I do not care if you’re rich
If you are unemployed, or
Been fighting with someone.

Just tell me,
What you see.
What he saw.

The face in the mirror
I spoke.

=======
That face that looks at me is not my face.
Who looks at me eyes are old,
wise eyes, sad eyes, lively, joyful and intense
I get lost and wonder where I am
Where am I going?
And the answer was always there in that reflection.
Ancestors.
History.
family
DNA
The story of a culture, an evolution.
Fighting, of suffering and victory.
That you can not rely on just one post.
I am writing here because this topic involves me.
And also like to know you, dear reader.
The face in the mirror that tells you?
(continued) …